8/8/07
MEL
O mel é doce na boca da abelha
Mórbida paixão
Pelas coisas estranhas
A doçura da voz
Resgata um passado distante
Que foge a todo instante
Permanecendo intacto
Numa memória inconstante
Voz macia
Doce como mel
Escorre devagar
Em pingos densos
Como vidas eternas
Em variadas matrizes
Acalenta os ouvidos mágicos
De quem a escuta
Apazigua os animais
Nos seus momentos de fúria
Brota suave
Como uma flor
Colorindo a paisagem.
Exclusivamente bela!!!
Eliza / Beth
criado por eraumavezeu
17:54 — Arquivado em: 

muito obrigado vc tem bom gosto um abraço de seu amigo.
Comentário por isaias — 9 09UTC agosto 09UTC 2007 @ 17:27
muito obrigado vc tem bom gosto um abraço de seu amigo.
Comentário por isaias — 9 09UTC agosto 09UTC 2007 @ 17:27
Cara Beth,
Tomei a liberdade de colocar um link do seu blog no http://poetamoraes.zip.net
Espero que aprove.
Saudações Moraeseanas
Comentário por Moraes — 9 09UTC agosto 09UTC 2007 @ 19:10
Moraes
Aprovo e sinto-me honrada com isso…Abraços do Mundo de Beth
Comentário por Elizabeth — 9 09UTC agosto 09UTC 2007 @ 19:41
“O mel é doce na boca da abelha”. (ponto)
Sim. O mel não é vômito;é a luz, o produto, a essência do trabalho natural da abelha.Atrai-se a criatura amada com mel e não com vinagre”A doçura da voz (d poetisa) resgata passado distante”, isto é, com doçura, mansuetude, carinho, ela trata antigo e bom relacionamento.
“que foge a todo instante” (Ponto)- O imbecil não se assenhoreou, ainda, de que Beth é o MÁXIMO.Pingos grossos, sem se rarefazerem..(continua)
Comentário por nadir jacob cury — 19 19UTC agosto 19UTC 2007 @ 16:19
Nadir
Interessante o seu comentário…Gosto dessas suas análises curyanas….abraços do Mundo de Beth
Comentário por Elizabeth — 25 25UTC agosto 25UTC 2007 @ 11:53
Luis Roberto Demarco
Luiz Roberto Demarco Almeida
Luis Demarco
Comentário por Axel Foley — 26 26UTC agosto 26UTC 2008 @ 14:34